Wi-Fi em hotéis: como garantir uma conexão de qualidade para seus hóspedes

(Imagem: Pixabay)

Especialista da TP-Link explica quais fatores e soluções devem ser levados em conta ao elaborar uma rede sem fio para o segmento hoteleiro

Após quase dois anos de restrições impostas pela pandemia de Covid-19, o setor hoteleiro tem vivenciado uma retomada significativa das suas atividades. Ao mesmo tempo, novas demandas têm surgido por parte dos hóspedes, na esteira da constante evolução digital, drasticamente acelerada durante o período de emergência sanitária.
 

Se, até pouco tempo atrás, quartos confortáveis, instalações modernas e opções de lazer variadas eram considerados diferenciais suficientes para atrair e conquistar clientes, hoje em dia, a disponibilidade de uma conexão de internet Wi-Fi gratuita, segura e de qualidade tornou-se um fator decisivo para boa parte dos consumidores na hora de escolher onde se hospedar.
 

Prova disso são os resultados de uma pesquisa recente, encomendada pelo InterContinental Hotels Group (IHG), com participação de 10 mil viajantes, vindos de 12 países diferentes. De acordo com o estudo, 40% das pessoas que viajam a trabalho consideram a falta de conexão com a internet o maior motivo de estresse durante uma estadia, à frente de dificuldades com transportes e locomoção (26%) e incômodo com acomodações barulhentas (24%). Além disso, para 61% dos entrevistados, a conexão de internet Wi-Fi é o recurso adicional mais importante em um quarto de hotel, à frente de itens como televisão (17%), banheiro (5%), geladeira (35) e minibar (1%).
 

Com isso em mente, fica clara a necessidade de os hotéis investirem em equipamentos que garantam conexões de internet rápidas e eficientes, capazes de atender às demandas e necessidades dos hóspedes e, assim, manter a boa reputação do estabelecimento. Pensando nisso, a TP-Link, empresa líder global em conectividade, preparou o material abaixo, com dicas e informações trazidas por Nelson Ito, Diretor de Negócios da marca, que explica quais fatores e soluções devem ser levados em conta na hora de elaborar e instalar uma rede Wi-Fi para o segmento hoteleiro.

Como funcionam as redes Wi-Fi em hotéis?

De acordo com o especialista, quando se trata de estabelecimentos de hospedagem, “a prioridade é que a rede Wi-Fi esteja acessível em todos os ambientes, sem interrupções ou pausas no serviço, mesmo com o usuário em deslocamento de um ponto a outro”. Para isso, é necessário que o sinal seja emanado por equipamentos instalados nos corredores, quartos e áreas externas do hotel, em conformidade com uma avaliação prévia de um projeto, que definirá quantos e quais modelos de access points (APs) devem ser posicionados em cada cômodo ou ambiente do estabelecimento.
 

Além disso, “para fins de gerenciamento, as redes Wi-Fi em hotéis necessitam de um controlador SDN (Software Defined Networking), a partir do qual é possível configurar todas as diretrizes da rede, desde o nome da rede Wi-Fi até a análise da quantidade de usuários simultâneos, passando ainda pela criação de um Captive Portal (tela de cadastro) para acesso desses usuários. Essa topologia facilita muito a operação, fazendo com que toda a rede seja controlada a partir de um único ponto”, explica o executivo.
 

Ainda segundo Nelson Ito, alguns fatores são fundamentais para a criação de um projeto eficiente de Wi-Fi para hotéis, e devem ser levados em conta antes da instalação dos dispositivos de rede: “O perfil dos hóspedes, os tipos de ambientes do hotel e a existência (ou não) de serviços agregados à rede, como check-in virtual facilitado e pedidos de serviços online, são alguns pontos importantes a serem avaliados previamente”. Afinal, “tratam-se de elementos que afetam de maneira significativa a experiência de hospedagem dos clientes, podendo influenciar diretamente as avaliações e opiniões (positivas ou negativas) emitidas por eles a respeito do estabelecimento, a depender da qualidade da conexão de internet oferecida”, completa.

Como garantir uma internet mais eficiente para os hóspedes?

Ao contrário da rede doméstica de uma residência — onde, na maioria das vezes, é necessário apenas que o sinal de internet chegue a um determinado cômodo, sem maiores complicações –, a rede Wi-Fi de um hotel é bastante complexa e precisa não só estar preparada para lidar com um grande volume de dados, mas também permanecer disponível para uso simultâneo de um número considerável de pessoas, com diferentes demandas e necessidades. Conforme aponta o Diretor de Negócios da TP-Link Brasil:
 

“Em nossa casa, se enfrentamos uma eventual queda de sinal, os prejuízos tendem a ser mínimos. Já em um hotel, é preciso considerar que a própria reputação do estabelecimento está em jogo. Afinal, em muitas situações, os hóspedes dependem da conexão Wi-Fi para fechar negócios, trabalhar à distância e realizar uma série de atividades críticas, que podem trazer prejuízos financeiros diretos, caso o sinal de internet apresente falhas ou simplesmente pare funcionar”.
 

Com o intuito de evitar situações como a descrita acima e proporcionar, tanto aos hóspedes quanto aos administradores de hotéis, as conexões mais confiáveis, eficientes e seguras possíveis, a TP-Link oferece uma vasta gama de soluções para o segmento de hospedagem, com uma linha de produtos dividida em três grandes frentes: access points (APs), switches e roteadores gateway.

Access Points

No segmento de access points, a TP-Link atende a diferentes especificações de projeto, dispondo de modelos para uso interno (indoor), externo (outdoor) e em parede. Além dessa variedade de opções de montagem, também são oferecidos modelos compatíveis com Wi-Fi 5 (EAP225, EAP245, EAP225-Outdoor e EAP235-Wall) e Wi-Fi 6 (EAP610, EAP620 HD, EAP660 HD, EAP610-Outdoor e EAP615-Wall).
 

De acordo com Nelson Ito, outro diferencial importante da linha são os equipamentos voltados para alta densidade de dispositivos, identificados pela nomenclatura “HD” e “ideais para ambientes como auditórios de hotéis, que costumam receber grandes concentrações de pessoas e, por consequência, de aparelhos conectados. Para situações como essas, dispomos de access points capazes de suportar até 1.000 dispositivos conectados simultaneamente”, destaca.

Switches

No quesito switches, a TP-Link dispõe de modelos com as mais variadas características, incluindo: suporte a PoE (Power over Ethernet, ou seja, fornecimento de energia para o dispositivo por meio do cabo de rede), gerenciamento L2 e L2+, e até 48 portas Ethernet disponíveis para uso.
 

Segundo o executivo da marca, “para estabelecimentos do porte de hotéis, o PoE não só simplifica a instalação da rede, como também diminui a infraestrutura necessária para a realização desse processo. Pensando nessa facilidade, recomendamos modelos com suporte a essa funcionalidade, como TL-SG3428MP, TL-SG2428P, TL-SG3428XMP e TL-SG3452P”.

Roteadores gateway

Para além das linhas de access points e switches, a TP-Link também conta com dois modelos de roteadores gateway em seu catálogo: ER605 e ER7206. Conforme explica Nelson Ito, “esses dispositivos, além de servir como portais entre a internet e a rede do hotel, também contam com o recurso Load Balance — funcionalidade que torna possível a agregação de dois ou mais links de internet em uma mesma rede, aumentando consideravelmente a disponibilidade do serviço e evitando, assim, que o usuário fique desassistido, caso um dos links passe por algum tipo de problema”.

Controladores SDN

Segundo o Diretor de Negócios da TP-Link Brasil, para aglutinar e gerenciar o funcionamento de todos esses dispositivos — access points, switches e roteadores gateway –, a marca conta com controladores SDN (Software Defined Networking), em formatos hardware (OC200 e OC300), software (Omada Software Controller) e nuvem (Omada Cloud Controller):
 

“Enquanto o formato hardware é indicado para pequenas redes, com até 500 dispositivos equipados com a solução Omada — incluindo switches, access points e gateways –, o formato de software necessita de um PC para ser executado e é recomendado para redes maiores, suportando até 1.500 desses aparelhos conectados. Já o formato Cloud, provido diretamente pela TP-Link, não possui restrição de quantidade de equipamentos e exige o pagamento de uma taxa de licença, cobrada por cada dispositivo incluído na controladora”, explica.

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